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Holdings

Holdings: como podem inspirar estratégias de diversificação para investidores?

As holdings, que têm participação em diferentes negócios e setores, podem servir de inspiração para que investidores individuais montem uma carteira de investimentos mais diversificada e resiliente. 

A lógica de diluição de riscos e captação de oportunidades em múltiplas frentes pode ser aplicada em ações como as da holding Itaúsa (ITSA4) e outros papéis com alto potencial de valorização, FIIs, renda fixa e fundos, equilibrando risco e retorno.

Neste artigo, explicaremos como os investidores podem se inspirar nas holdings para aproveitar as melhores oportunidades em vários segmentos e construir um portfólio equilibrado, que contenha ativos de diferentes classes e nichos. 

Este conteúdo não é uma recomendação de investimento.

O que é uma holding e como ela funciona?

Uma holding é uma empresa criada com o objetivo de controlar e administrar outras sociedades, podendo ou não exercer atividades operacionais próprias.

Uma holding muito conhecida no Brasil é a Itaúsa, cujo capital está aberto na bolsa de valores (B3). Ela detém empresas como o banco Itaú Unibanco, Itautec e Alpargatas.

Nesse sentido, uma holding de investimentos nada mais é do que uma pessoa jurídica que administra os bens e direitos de seus sócios, com o objetivo de formar um patrimônio próprio. 

Quando a holding é aberta, os bens são transferidos para o seu nome e passam a fazer parte de seu capital social. Assim, deixam de pertencer às pessoas físicas, embora os sócios sigam administrando tais bens. 

Qualquer bem ou ativo pode ser incorporado ao patrimônio de uma holding, como ações, cotas de fundos de investimentos, títulos, imóveis e até mesmo marcas registradas ou direitos autorais. 

Existem várias vantagens de abrir uma holding de investimentos, como a facilitação do planejamento sucessório e tributário e a blindagem patrimonial. 

A lógica da diversificação aplicada às holdings

As holdings se caracterizam por participarem de vários tipos de negócios, em diferentes setores. Além disso, os ativos e bens que compõem seu patrimônio podem pertencer a diversas classes. 

Assim, as holdings são empresas bastante diversificadas, que atuam em várias frentes, visando aproveitar as melhores oportunidades e diluir os riscos. Essa lógica pode inspirar investidores pessoas físicas que investem no mercado financeiro!

O paralelo para o investidor pessoa física

Assim como as holdings, os investidores individuais também podem e devem diversificar bastante as suas frentes de atuação, criando uma carteira de investimentos variada, equilibrada e inteligente, que combine diversos tipos de ativos de renda fixa e variável. 

A lógica por trás disso é muito simples: com a diversificação, fica mais fácil mitigar os riscos inerentes a todo investimento, já que a desvalorização de um investimento pode ser compensada pelo bom desempenho de outro, evitando grandes perdas financeiras. 

Além disso, ao diversificar seus investimentos, o investidor pessoa física consegue aproveitar as oportunidades mais vantajosas e ampliar seu potencial de ganhos, aumentando as chances de obter bons resultados. Por isso, a diversificação é praticamente um mantra de todo investidor que deseja ter um ótimo retorno.

Benefícios de mesclar renda fixa e renda variável

Combinar ativos de renda fixa, como CDBs, LCI, LCA e títulos do Tesouro Direto, com ativos de renda variável, como FIIs e ações, é a melhor forma de equilibrar risco e retorno. 

Por um lado, a previsibilidade da renda fixa traz a segurança de que uma carteira de investimentos saudável precisa. Por outro, os investimentos de renda variável têm uma excelente rentabilidade e aumentam a possibilidade de obter um bom retorno financeiro. 

Para ter um portfólio bastante diversificado, portanto, o ideal é mesclar ativos das duas classes, numa proporção que respeite o perfil de risco do investidor e os seus objetivos financeiros.

Fundos como alternativa prática para diversificação

Uma maneira muito prática e eficiente de diversificar o portfólio é investir em fundos de investimento. Trata-se de investimentos coletivos que alocam os recursos dos cotistas em diferentes ativos, como títulos públicos e privados, ações, imóveis e até cotas de outros fundos e, portanto, ajudam a montar uma carteira variada com facilidade.

Risco calculado: o segredo para crescer com segurança

No fim das contas, para ter um bom resultado e aumentar seu patrimônio sem abrir mão da segurança, é preciso calcular bem os riscos de cada investimento, equilibrando os ativos mais arriscados com aqueles mais previsíveis e considerados mais seguros. Dessa forma, é possível montar uma carteira mais saudável e variada.